Navegando pelo mar infinito, lúcidos se tornam meus olhos quando meu espírito percebe a realidade superior. Deixo, então, de estar presa aos limites corporais tangíveis… transbordo de alegria, de paz e de amor pela vida. Viva a vida que propulsiona meu barquinho para eu seguir remando e pedindo a todos os seres divinos luz e força no meu caminho.
Certa vez, um urso faminto perambulava pela
floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado
sentiu o cheiro de comida e o conduziu
a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento
estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas,
e dela tirou um panelão de comida.
Quando a tina já estava fora da fogueira,
o urso a abraçou com toda sua força e enfiou
a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a
perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina…
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito
e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e,
então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo
como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto
rugia, mais apertava a panela quente contra
seu imenso corpo.
Quanto mais a tina quente lhe queimava,
mais ele apertava contra o seu corpo e
mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento,
encontraram o urso recostado a uma árvore
próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram
grudar na panela e, seu imenso corpo,
mesmo morto, ainda mantinha a expressão
de estar rugindo.
Quando terminei de ouvir esta história, percebi que,
em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas
coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam
por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as
julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca
numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações
e terminamos derrotados por algo que tanto
protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário
reconhecer, em certos momentos, que nem sempre
o que parece ser o melhor vai lhe dar condições de
prosseguir, de ser feliz.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Solte a panela!!!
| — | Bob Marley (via hunkydory) |
| — | Danih on Twitter |
E ao lado tá oq eu já fiz. Vamos ver…
- Andar na garupa de uma moto. ✓
- Sair com alguém que tenha tatuagens visíveis ✓
- Comprar uma caixa de ferramentas e aprender a usar
- Viajar sozinha
- Passar um dia no melhor SPA que seu dinheiro poder pagar
- Dirigir (bem) rápido ✓
- Sair com um homem mais velho ✓
- Sair com um homem mais novo ✓
- Ter um romance com alguém que não fala sua língua
- Conhecer um ídolo ✓
- Fazer algo que seus amigos desaprovem ✓
- Ser sua própria analista por um dia ✓
- Ter orgulho de seu sorriso e da sua risada ✓
- Morar sozinha
- Aprender a dizer não
- Se dar uma causa a defender
- Perdoar seus pais por qualquer coisa que tenham feito de errado ✓
- Tirar fotos ou separar fotos suas que você realmente goste ✓
- Aprender a dirigir ✓
- Falar em público
- Descobrir o quanto você é feliz
- Quebrar suas manias ruins ✓
- Se vestir de um jeito que assuste você mesmo (pro bem)
- Faça algo que prove que todos estavam errados ✓
- Se apaixone, louca, perdida e insanamente. ✓
“Aprendi que amores eternos podem acabar em uma noite;
Que grandes amigos podem se tornar grandes inimigos;
Que o amor, sozinho, não tem a força que imaginei;
Que ouvir aos outros é o melhor remédio e o pior veneno;
Que a gente nunca conhece uma pessoa de verdade, afinal gastamos uma vida inteira para conhecer a nós mesmos;
Que os poucos amigos que te apóiam na queda, são muito mais fortes do que os muitos que te empurram;
Que o ‘nunca mais’ nunca se cumpre;
Que o ‘para sempre’ sempre acaba;
Que vou sempre me surpreender, seja com os outros ou comigo;
Que vou cair e levantar milhões de vezes… e ainda não vou ter aprendido tudo.”



